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dezembro de 2009

Seven Internet mostra importância de Data Center em matéria do “Diário do Comércio”

Postado em: Seven na Mídia

Em matéria publicada no jornal “Diário do Comércio”, em 01/12/09, pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-MG), o diretor da Seven Internet e vice-presidente da Associação, Eduardo Zambaldi,  explica por que é importante utilizar um Data Center bem estruturado. Confira a matéria:

Agilidade, independência e economia: sites dinâmicos com nomes de domínios mais apropriados podem ser criados pelo usuário

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web-2Liberdade e participação do usuário. Essas são algumas das características da Web 2.0, que modificou a maneira de produzir conteúdo na rede. Considerada a segunda fase da World Wide Web, essa tendência permitiu a colaboração de internautas, que deixaram de ser passivos diante das informações disponibilizadas na internet e tornaram-se produtores e editores de conteúdo.

Exemplos desse dinamismo e da facilidade em criar e disseminar informações podem ser observados tanto no produto da Seven Internet “Você Faz”, que será mostrado mais abaixo, quanto em blogs e redes sociais, como a enciclopédia Wikipédia, o YouTube, o Facebook, o Orkut e o Twitter. Nesse modelo, usuários podem alimentar o que está disponível na rede mundial e possibilitar a troca de conhecimentos.

Apesar de estar mais popularizada atualmente, a expressão “Web 2.0″ surgiu em outubro de 2004, após uma conferência organizada pelas empresas MediaLive e O’Reilly Media em São Francisco – EUA. A partir daí, a ideia da Web 2.0, voltada para a interatividade, reforçou a participação do internauta, capaz de gerar e organizar informações, seja por meio da inserção de comentários ou da personalização do conteúdo. A produção passou a ser, então, colaborativa, o que pode ser visto também em portais de notícias, nos quais é possível publicar vídeos e enviar sugestões de pautas, por exemplo.

Sites dinâmicos na Web 2.0

Nesse novo contexto de produção para a web, o foco está cada vez mais na criação de sites dinâmicos, que possibilitam atualizações constantes e automáticas. Isso garante maior autonomia aos usuários, que geram, alteram e publicam informações. A partir de uma área administrativa, pode-se facilmente incluir, editar e excluir recursos, como imagens, enquetes e páginas.

Além de personalizar o site, o usuário tem controle sobre o que deve ser publicado sem precisar do intermédio de outros profissionais para cada atualização. Não é necessário ter experiência em HTML ou conhecimento de programação para criar um site dinâmico, já que ele pode ser mantido com facilidade.

Você Faz: agilidade e controle total

logovcfazSeguindo a tendência dinâmica da Web 2.0, a Seven Internet oferece a ferramenta “Você Faz”, que permite ao usuário criar o próprio site e alimentar o conteúdo automaticamente por meio de uma área restrita de fácil acesso e manipulação. Qualquer pessoa com conhecimentos básicos de navegação na web pode manipular o “Você Faz”.

Nesse modelo, um usuário e senha são fornecidos para que o endereço www.vocefaz.com.br/admin seja acessado imediatamente, de modo que já se possa inserir conteúdo no site. Seu domínio no Registro.br (empresa que regulamenta os domínios no Brasil) e sua conta de e-mail são criados em até 24 horas.

Você pode definir os parâmetros do site, criar tópicos no menu, incluir textos formatados, imagens e logomarca, por exemplo. Toda alteração realizada vai ao ar imediatamente e seu site ganha dinamismo e agilidade na apresentação de informações.

Novidade eficiente: domínios que fazem diferença

No “Você Faz”, agora é possível criar um domínio mais condizente com o conteúdo a ser divulgado. Isso permite melhor associação e memorização para quem procura o site na web. Em vez de cadastrar o endereço com a finalização “.vocefaz.com.br” (como www.minhaempresa.vocefaz.com.br), há possibilidade de escolher, dentre as opções a seguir, qual é o domínio genérico mais apropriado para seu negócio. E não há custo adicional por essa escolha.

O endereço do seu site ficará da seguinte forma: www._________.uma das opções abaixo escolhida.net.br (Ex.: www.atitude.academia.net.br). Confira a relação de possíveis nomes de domínios:

academia.net.br
bh.net.br
cabeleireiros.net.br
cerimonial.net.br
do.taxi.br
escolar.net.br
estetica.net.br
fotografia.net.br
fotografos.net.br
igreja.net.br
medicos.net.br
musico.net.br
seminovos.net.br
toldos.net.br

Então, ao criar um site no “Você Faz”, há três opções: você pode utilizar o domínio “.vocefaz.com.br”; se preferir, pode pagar R$ 30,00 por ano ao Registro.br para obter um outro domínio próprio; ou pode optar por um dos domínios listados anteriormente.

Essa nova característica do “Você Faz” é um diferencial em relação a produtos semelhantes no mercado. A possibilidade de optar gratuitamente por um dos domínios oferecidos acima amplia a personalização, a eficiência do endereço e a autonomia de quem cria o site.

Um outro exemplo: além de mais coerente, o domínio “www.visual.toldos.net.br” pode ser mais viável para uma empresa do que o “www.visualtoldos.vocefaz.com.br” por causa da associação mais fácil e direta. A relação de nomes que podem ser selecionados abrange diferentes áreas, capazes de englobar grande parte de serviços que precisam de divulgação na internet.  

Conheça sites desenvolvidos pelo “Você Faz”:

  

site-essencial

www.essencialgastronomia.com.br

 

   

site-araras

www.araraspalacehotel.com.br

 

Economia no desenvolvimento e na hospedagem

No “Você Faz”, você estará isento da taxa de configuração do provedor e pagará apenas R$ 20,00 mensais como direito de uso do sistema. Uma das principais vantagens da ferramenta é a facilidade da montagem do site.

Para se ter uma ideia, no mercado, o trabalho de desenvolvimento de site custa pelo menos R$ 1.500,00 em média. Além disso, o custo com o Registro.br é de R$ 30,00 por ano, a taxa de configuração do provedor também é de R$ 30,00 e, para manter seu site e sua conta de e-mail no ar, são em torno de R$ 15,00 mensais.

Por isso, o “Você Faz” é tão vantajoso: eficaz, fácil, rápido, on-line e barato.

Mais informações: http://www.vocefaz.com.br- (31) 2121-2121 – comercial@seven.com.br

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Emissão de nota fiscal eletrônica pela Seven traz vantagens para clientes

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nfs-e-2A emissão de notas fiscais pela Seven Internet e o recebimento delas pelos clientes ficaram mais práticos e rápidos. Desde o mês de novembro, a Seven passou a emitir notas fiscais eletrônicas. Agora, não é preciso mais encaminhar nem armazenar papéis, já que o processo tornou-se digital.

O envio é feito por e-mail, assim como o controle de tudo o que foi emitido e recebido. No e-mail enviado pela Seven com o aviso de faturamento, vai um “espelho” da nota, com os dados para possível verificação de autenticidade no site da Prefeitura de Belo Horizonte, que pode ser acessado por um link ao final da página.

Por meio do Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) da Seven Internet, o cliente tem o controle de todas as cobranças feitas e pode verificar quais boletos estão em aberto. As notas ficam disponibilizadas e ordenadas pela data de emissão, o que facilita o acesso. As informações sobre o número e o valor delas também ficam visíveis. Pode-se ainda visualizá-las da maneira como foram inicialmente enviadas por e-mail. Os boletos podem ser gerados a qualquer momento.

O histórico das notas emitidas pela Seven fica, então, disponível no SAC para consulta permanente. Arquivadas de forma organizada, as notas fiscais eletrônicas reduzem custos com armazenamento e têm segurança e validade jurídica garantida pela certificação digital.

Notas eletrônicas: objetivo e benefícios

A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) na capital mineira, como parte do projeto BH ISS Digital, da Prefeitura de Belo Horizonte, foi lançada em dezembro do ano passado. Mas a obrigatoriedade da emissão de notas por meio eletrônico será gradual para as empresas.

A NFS-e consolida o uso de modernas tecnologias da informação e comunicação na Administração Tributária Municipal. A intenção é facilitar, simplificar, aumentar a segurança e reduzir os custos de cumprimento das obrigações fiscais.

A implantação da NFS-e traz benefícios para as empresas e a sociedade, como o incentivo ao comércio eletrônico, a diminuição do uso de papel, a redução dos custos de guarda de documentos e maior rapidez e eficiência na obtenção dos registros de operações de prestação de serviços.

Saiba mais sobre a NFS-e no site da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte.

Garantia de energia elétrica: conheça os recursos da Seven Internet

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Gerador Caterpillar de 450 Kva

Alternativas para gerar energia são fundamentais quando o assunto é internet. Muitas são as empresas que dependem do fornecimento de energia elétrica para manter serviços online em funcionamento. Caso ela não possa ser fornecida pelas concessionárias (empresas estatais ou particulares de energia) por algum motivo, é preciso recorrer a outra solução para fugir dos prejuízos.

Mas, na falta de fornecimento de energia, os clientes da Seven Internet podem ficar tranquilos. A empresa possui recursos para garantir energia elétrica por meio de nobreak, com autonomia de 30 minutos, e gerador diesel com entrada automática e autonomia inicial de 9 horas.

Isso significa que, mesmo que haja quedas na transmissão de eletricidade, é possível evitar que o site hospedado na Seven fique fora do ar durante as falhas. Essa estrutura, com nobreak e gerador, é fundamental para empresas que não podem ter atividades interrompidas. Nesses casos, bancos de dados precisam ser utilizados constantemente por aplicativos web e o acesso a sistemas operacionais precisa ser irrestrito, por exemplo.

Precaução

Diante de ocorrências frequentes de panes e quedas de fornecimento de energia elétrica no último mês, não apenas em Belo Horizonte, mas em várias regiões do Brasil, é cada vez mais importante que o servidor de hospedagem esteja conectado a outras fontes geradoras.

Se a internet é interrompida, a eficiência dos serviços fica completamente comprometida. Daí a utilização do nobreak, que tem autonomia para manter equipamentos ligados após a queda de energia. Ele funciona como uma bateria de backup, que, ao manter as máquinas funcionando por algum tempo, evita a perda de dados.

Já os geradores substituem a presença da energia elétrica fornecida pelas concessionárias e, ligados ao quadro de distribuição do local, suprem a demanda necessária. Muitas indústrias e grandes empreendimentos comerciais, como shoppings, usam geradores a diesel ou a gás até mesmo para se esquivar das altas tarifas cobradas nos horários de ponta.

Tendo em vista a importância estratégica da internet para qualquer empresa atualmente, fatores como segurança e garantia de energia são essenciais na contratação de serviços de hospedagem.

Recursos da Seven

A instabilidade de energia elétrica, dentre outros aspectos, inviabiliza financeiramente a implantação de uma estrutura própria dentro das empresas que preocupam com a segurança e estabilidade de suas aplicações remotas. A melhor opção é realmente terceirizar essa estrutura, o que reduz custos operacionais e aumenta os níveis de serviço.

Além da garantia de energia elétrica, conheça ainda outros recursos da estrutura da Seven:

- rede elétrica paralela para servidores com fonte redundante;
- ambiente refrigerado 24 horas por dia;
- racks de 44U;
- link internet redundante com fibra óptica da Global Crossing e Oi;
- troca de tráfego com POP UFMG;
- faixa de endereçamento IP próprio (Autonomous System);
- sistemas de segurança física (elevador com senha, acesso ao Data Center com senha, alarme de presença, circuito fechado de TV);
- monitoramento automático dos servidores;
- equipe especializada em segurança de rede, instalação e administração de sistemas windows e linux;
- equipe especializada em administração de banco de dados mysql e microsoft sql server;
- suporte técnico;
- plantão 24 horas.

NIC.br, Inmetro e Anatel realizam avaliação do serviço de banda larga no Brasil

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Análise realizada até o final do ano resultará em estudo a ser divulgado no início de 2010

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br, que implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br, em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), e com o apoio da Rede Nacional de Pesquisas (RNP), iniciou um estudo com objetivo de avaliar a qualidade dos serviços de banda larga oferecidos no país.

As medições serão feitas com dois métodos diferentes. O primeiro contará com a colaboração dos usuários de serviços de banda larga no Brasil. Para isso, o NIC.br desenvolveu o Sistema de Medição de Tráfego de Última Milha (SIMET), disponível no link: http://www.ceptro.br/Simet. O software é executado pelo navegador web e basta apenas autorizar sua execução e acesso à Internet, caso o sistema operacional ou firewall solicitem.

Com estes testes via SIMET, o NIC.br espera obter uma base de comparação em relação à análise realizada com thin client e GPS e também proporcionará acesso à informação sobre a velocidade de banda larga por CEP. “Queremos contribuir para obter melhorias na Internet. Este é o compromisso do NIC.br e este estudo possibilitará avaliar a qualidade da banda larga no Brasil”, afirmou Milton Kaoru, diretor de projetos do NIC.br. “Quanto mais usuários utilizarem esse software, com as mais variadas qualidades de conexão, melhor será o panorama sobre a qualidade do serviço prestado”, ressalta.

A outra frente de ação teve início em novembro, quando 100 equipamentos começaram a ser instalados em domicílios que se apresentaram voluntariamente de diversas localidades do Brasil. Os dados obtidos possibilitarão obter uma visão sobre possíveis diferenças entre o serviço contratado e o realmente fornecido aos usuários. Será instalado um thin client com receptor GPS, ligado a uma conexão Internet contratada especificamente para o teste, e de uso exclusivo desse equipamento. Será aferida a qualidade das operadoras/provedores com maior participação de mercado e o NIC.br arcará com as despesas da conexão.

O investimento realizado para essa pesquisa com thin clients e GPSs é de, aproximadamente, R$ 100 mil e os testes serão conduzidos pelo NIC.br, sem que operadoras/provedores avaliados saibam a localização dos equipamentos, a fim de proporcionar a maior idoneidade possível. Os voluntários fornecerão local físico para os equipamentos, farão sua instalação, realizarão a contratação e posterior cancelamento da conexão Internet. Não poderá ser utilizada a mesma conexão Internet já instalada na residência.

O SIMET depende da colaboração dos usuários finais, que fazem testes apenas ocasionalmente. “A vantagem é o seu amplo alcance, visto que possibilita obter resultados de todo o país e provedores, mas não tem a precisão do thin client com GPS, pois não temos controle sobre o hardware do computador utilizado, da rede residencial e nem das aplicações que estão em execução simultaneamente com o software SIMET. A análise via SIMET e thin clients aperfeiçoará nossa coleta de dados e teremos um estudo mais completo”, adiciona.

Segundo Kaoru, a maneira como os provedores realizam o controle da banda larga para atender o serviço contratado pode ser realizada de várias formas. Sabe-se que no mercado a velocidade de banda contratada diz respeito à quantidade de bits trafegados, seja via cabo metálico, fibra ou ar. Tecnologias em geral, como ADSL, Cabo Modem, SDH, ATM, por exemplo, criam uma diferença entre a velocidade nominal e a real.

“Na Internet, há uma perda adicional decorrente do protocolo utilizado. O SIMET mede a largura de banda utilizando os protocolos UDP e TCP. O UDP transmite as mensagens sem preocupar com o que possa acontecer com a mensagem na rede, enquanto o TCP atua para entregar os dados de forma confiável, sem perda de pacotes, com controle de congestionamento e fluxo. Observamos que o TCP tem evoluído nos últimos anos para maximizar o uso da banda larga disponível, mas sempre tem alguns bits gastos para isso que não fazem parte dos dados transportados. Portanto, os testes apenas considerarão o transporte de dados entre cliente e servidor”, disse.

Sobre o Comitê Gestor da Internet no Brasil – CGI.br

O Comitê Gestor da Internet no Brasil coordena e integra todas as iniciativas de serviços Internet no país, promovendo a qualidade técnica, a inovação e a disseminação dos serviços ofertados.

Sobre o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br (http://www.nic.br) é uma entidade civil, sem fins lucrativos, que implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil. São atividades permanentes do NIC.br coordenar o registro de nomes de domínio – Registro.br (http://www.registro.br), estudar, responder e tratar incidentes de segurança no Brasil – CERT.br (http://www.cert.br), estudar e pesquisar tecnologias de redes e operações – CEPTRO.br (http://www.ceptro.br), produzir indicadores sobre as tecnologias da informação e da comunicação – CETIC.br (http://www.cetic.br) e abrigar o escritório do W3C no Brasil (http://www.w3c.br).

Sobre o CEPTRO.br

O Centro de Estudos e Pesquisas em Tecnologia de Redes e Operações (CEPTRO.br) é responsável por projetos que visam melhorar a qualidade da Internet no Brasil e disseminar seu uso, com especial atenção para seus aspectos técnicos e de infra-estrutura. O CEPTRO.br gerencia, entre outros projetos, o PTT.br, NTP.br, e IPv6.br. Mais informações podem ser obtidas em http://www.ceptro.br/.

Fonte: NIC.br

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